Fraudes fotográficas de Trigueirinho denunciadas por renomados ufólogos

Olá, pessoal. Quanto tempo, hein?! Faz 1 ano que fiz minha última postagem aqui… Muita coisa aconteceu neste período, inclusive uma mudança de cidade e estado e um posterior retorno. Agora, de volta também neste espaço, pretendo manter uma periodicidade mensal nas publicações. Nosso futuro não está completamente em nossas mãos, mas a gente tenta se programar…Antes de voltar às minhas análises propriamente ditas das publicações sob responsabilidade de Trigueirinho, farei uma síntese, neste e em alguns posts seguintes, de críticas bem fundamentadas que já foram realizadas a este indivíduo e sua obra.

Hoje, resumirei duas matérias realmente dignas de nota que foram publicadas na seção especial “Mistificação na Ufologia” da Revista UFO n. 16 (ano 4, volume 4, agosto-setembro de 1991): Trigueirinho – a maior fraude da Ufologia Brasileira, de Marco Antonio Petit, e Ufologia, Trigueirinho e “enganologia”, de Claudeir Covo. Um link para baixar o número da revista em questão será fornecido após nosso texto.

Os resumos que seguem restringir-se-ão principalmente aos julgamentos dos autores sobre as fotografias apresentadas em livros de Trigueirinho publicados nos anos de 1989 e 1990, fase do espetáculo, quando havia um forte apelo visual nas capas, orelhas e contracapas das obras para iludir os incautos e produzir uma maior vendagem dos livros. Apesar de ser uma síntese dos artigos, o post ficou um pouco longo, mas vale a pena ler até o fim!…

O resgate histórico de críticas às obras de Trigueirinho do período referido tem sua importância principalmente para os seguidores mais recentes dele, que “pegaram o bonde andando” e não procuraram averiguar de onde o “bonde” partiu, nem o caminho que realizou. Conhecedores apenas dos trabalhos de Trigueirinho nos últimos 15 anos, ou talvez nem isso, quando já não encontramos o apelo esdrúxulo a falsas fotografias de naves, suas trajetórias e seus tripulantes — apesar de recentemente o recurso da manipulação de imagens ter sido novamente utilizado por Trigueirinho e sectos, desta vez para simular um “portal interdimensional” (vide aqui)  —, tais seguidores ignoram que livros deste indivíduo publicados em 1989 e 1990 (que têm sofrido sucessivas reedições, inclusive atuais) buscaram explorar ao máximo a credulidade alheia por meio de fraudes fotográficas. Passemos então às reportagens…

Marco A. Petit, autor da primeira matéria da referida seção “Mistificação na Ufologia”, foi apresentado na revista como um dos mais experientes, renomados e conhecidos ufólogos brasileiros, integrante do Grupo ELO de Estudos e Pesquisas Exológicas e presidente da Associação Fluminense de Estudos Ufológicos (AFEU). Logo no início do artigo, depois de dizer que, na época em que passou a se interessar pelas declarações de Trigueirinho, a obra “ERKS – Mundo Interno” (1989) já era uma das suas mais vendidas, ele escreve, referindo-se ao citado livro (grifos nossos):

Infelizmente, no entanto, uma observação ainda que superficial das 10 fotografias publicadas no livro mostrava “de cara” uma série de inegáveis indicativos de fraude – e as próprias referências do autor às suas fotos serviam para dar fundamento à esta idéia. (P. 24)

E continua (grifos nossos):

A foto da capa, por exemplo, segundo o autor declara, apresentaria “… uma base de Erks (nave) fazendo-se visível em quatro ‘qualidades de vibração’…” Entretanto, nem uma explicação tão criativa pôde poupar-nos de ver, na mesma, simplesmente um clichê do sol, obtido com a utilização de algum filtro colorido. Uma outra foto do livro documentaria a presença de “uma nave venusiana, da qual saía, através de uma das suas escotilhas, uma nave ainda menor”. Também nesta oportunidade vemos indícios nítidos de fraude: nesta foto, observamos tão somente uma paisagem ao pôr-do-sol. As tais naves do Sr. Trigueirinho parecem ter sido produzidas através da manipulação no negativo original, possivelmente furado com um alfinete, uma agulha ou outra coisa parecida. Estas explicações parecem valer também para várias outras fotos apresentadas como reais pelo habilidoso autor, e em diversas obras similares. A fotografia n. 6 da mesma obra, por exemplo, apresenta os mesmos indícios de fraude pela manipulação inescrupulosa do negativo. (P. 24)

Capa de “ERKS – Mundo Interno”

Um pouco mais à frente o autor nos diz:

Mas as fraudes não param por aí. (…) todas essas fotos [de trajetórias feitas no céu pelas naves extraterrestres] não passam de imagens geradas mediante movimentação da máquina fotográfica em relação à fontes luminosas convencionais, ou destas em relação à câmera utilizada, durante exposições prolongadas. Um truque até bem simples e infantil, poderíamos dizer. (Pp. 24-25)

              Algumas fotos apresentadas no livro “ERKS”

Depois, Marcos A. Petit toca num ponto interessante. A ausência de estrelas ou de pontos de referência palpáveis nas fotos de supostas trajetórias de naves apresentadas em “ERKS” (todos as fotos deste livro teriam sido doadas à Trigueirinho por um suposto ser intraterreno de nome Sarumah) reforça ainda mais a convicção de fraude, pois através destes pontos de referência poderíamos constatar facilmente se tudo não passara de movimentação da máquina fotográfica em relação a um objeto luminoso convencional. E arremata dizendo que muitos mistificadores conhecidos no meio ufológico, após verificarem que em suas fotografias aparecem pontos de referência, simplesmente ampliam estas fotos e cortam as partes indesejáveis das mesmas, justamente as que as denunciam como fraudulentas:

Fazem isso apresentando à crítica e aos seus seguidores apenas as áreas das fotografias onde pretensamente teríamos trajetórias reais de UFOs. Dando continuidade à sua farsa, tais pessoas – tão comuns na Ufologia, por sinal – posteriormente se negam a apresentar os negativos originais das fotos, ou mesmo os positivos que revelam as imagens “amputadas” das mesmas, e onde estariam as provas das mistificações. (P. 25)

Concordamos também com o autor quando diz:

Mas, as informações “recebidas” pelo Sr. Trigueirinho, mediante seu alegado e pouco provado contato com o habitante de Erks, não ficam muito atrás das falsas fotografias. Completamente leviana e desprovida de qualquer fundamento, sua estória pouco se sustenta senão no seio de multidões ignorantes da verdadeira situação ufológica e incautos carentes de espírito que buscam respostas às suas indagações interiores em qualquer seita ou movimento dirigido por alguém que lhes pareça preencher o vazio ou ser um pouco confiável. (P. 25)

Referindo aos livros “MIZ TLI TLAN – Um Mundo que Desperta” (1989) e “Sinais de Contato” (1989), Petit comenta:

Nestas obras temos a repetição de muita coisa do primeiro livro e várias outras declarações bombásticas, que demonstram que estamos diante de um movimento extremamente perigoso, cujos desdobramentos são difíceis de serem previstos e onde temos, claramente, um forte estímulo à geração do culto à personalidade do autor, que é definitivamente colocado como “o elo de ligação entre uma humanidade prestes a sofrer sua destruição e a salvação divina ou superior em lugares como Erks, Aurora etc”  (P. 25)

Vale a pena também reproduzir o que diz Petit, sob o justo epigrama “Sinais evidentes de que não há contato algum”, sobre certas referências de Trigueirinho em “Sinais de Contato”:

Em seu livro “Sinais de Contato”, o Sr. Trigueirinho incorpora à sua estória uma série de noções ligadas a outras mistificações já desmascaradas pela Ufologia no passado. Um dos maiores embusteiros da Ufologia mundial, Eugênio Siragusa, por exemplo, é fartamente utilizado pelo esperto autor como suposta “fonte confiável de informações”. Mais surpreendente ainda é a recente associação que o autor faz entre a cidade intraterrena de Erks e o lendário Ashtar Sheran, um suposto extraplanetário “criado” pelo alemão Victor Speers, que gerou uma febre mundial de falsos contatos. Speers alega que, mediante seus “contatos” com Ashtar, recebeu inúmeras “informações” e a ordem para publicá-las em vários livros, uma estória parecida com a do Sr. Trigueirinho, porém mais original, embora tenha causado danos semelhantes à Ufologia, na época de seu lançamento. É claro que toda a farsa foi detectada a tempo e desmistificada definitivamente, como é o que se pretende fazer com o “novo messias” e best-seller Trigueirinho.  (P. 26)

Com relação às fotos exibidas em “MIZ TLI TLAN” e “Sinais de Contato”, assim se expressa o ufólogo (grifos nossos):

As fotografias publicadas em Sinais de Contato e em Miz Tli Tlan que, segundo o próprio autor, já foram batidas por ele mesmo, não são melhores que as do primeiro livro (Erks). A foto de capa de Sinais de Contato, por exemplo, é explicada da seguinte e curiosa forma na obra: “Aspectos suprafísicos do que se encontra nos céus foram captados nesta foto, realizada pelo autor durante uma noite no vale de Erks. O clarão é a Lua e, sobre ele, a espaçonave que pode ser tomada por algum planeta…” Ora, qualquer pessoa com um conhecimento mínimo de fotografia nota que o que o Sr. Trigueirinho defende ser uma nave extraterrestre, na verdade, não passa de um reflexo da própria lua gerado na objetiva da câmera fotográfica. A própria forma do reflexo mostra a imagem de nosso satélite natural em uma de suas fases. E muitas outras de suas pretensas fotos seguem o mesmo padrão fraudulento e mistificado. (Pp. 26-27)

Capa de “Sinais de Contato”

Coisas desse tipo abundam em seus livros, e até uma fotografia do sol se pondo no horizonte já foi apresentada pelo imaginativo autor como sendo de uma espaçonave… A foto da capa também de Miz Tli Tlan é mais um bom exemplo das mistificações. Segundo o impressionante Trigueirinho, esta foto documentaria o “movimento realizado por uma só espaçonave, que desenha nos céus a imagem de um homem cósmico em posição de reverência e saudação aos homens da superfície…” No entanto, a foto, como outras da mesma obra, foi montada da mesma maneira que a maioria das fotos do livro Erks: mediante movimentação da câmera em relação a qualquer tipo de luz convencional. Neste caso, inclusive, a máquina foi movimentada em relação a várias fontes luminosas. Na explicação da mesma, contida no livro, o próprio autor diz que foi batida com tempo de exposição prolongado. Como explicar, então, que as estrelas do céu não tenham sido fotografadas juntamente: algum milagre? Sim, o milagre da fraude, que o autor domina bem! (P. 27)

Capa de “MIZ TLI TLAN – Um Mundo que Desperta”

Realmente… E uma foto utilizada para ilustrar a reportagem à p. 26, feita por Marco A. Petit movimentando sua máquina fotográfica em relação a uma fonte luminosa convencional, mostra-nos, de fato, padrão idêntico às fotos apresentadas em “MIZ TLI TLAN”. Vejam:

Foto obtida por Petit movimentando sua câmera em relação a um objeto luminoso vulgar

Sobre a foto n. 7 do citado livro, Marco A. Petit, na qualidade de astrônomo amador, pôde identificar as estrelas que aparecem na fotografia: parte da constelação do Touro, estrelas dos aglomerados conhecidos pelos nomes de Plêiades (do lado esquerdo da foto) e Hyades (do lado direito), a estrela Aldebaran, etc. Na mesma fotografia identificou também Júpiter (ao centro). E, pela posição do planeta em relação às estrelas e após consulta às efemérides astronômicas publicadas pelo Observatório Nacional, constatou que a foto “foi batida em agosto de 1988, mais precisamente entre os dias 11 e 21” (p. 27), ressaltando ainda que, durante o período de exposição, houve, acidental ou mesmo propositalmente, um ligeiro “toque” na máquina fotográfica. E concluiu:

(…) O surpreendente é que, desta vez, o cada vez mais imaginativo autor afirma, descrevendo o que aparece na fotografia, que Júpiter nada mais é do que “uma nave-mãe, da qual saíram 22 outras naves menores, numa ‘movimentada operação-serviço’ em certa região da América do Sul”… (P. 28)

Sobre a foto da contracapa de “Sinais de Contato”, assim se expressa o ufólogo:

(…) Segundo o Sr. Trigueirinho, esta foto apresentaria as “luzes de Erks”, a tal cidade intraterrena que diz ter visitado, fotografada pelo autor quando – acredita-se – esteve por lá. Na realidade, a foto representa, isso sim, uma série de luzes na linha do horizonte, que podem fazer parte de qualquer cidade, povoado etc. Como foi batida também com longo tempo de exposição, com a máquina fotográfica fixa, as estrelas mais uma vez aparecem na forma de pequenos traços luminosos, devido ao já mencionado movimento da esfera celeste. Chega a ser cômico o fato de que em uma foto de uma suposta cidade intraterrena possam aparecer estrelas! Mas o autor não deixa por menos: o Sr. Trigueirinho alega em seus livros, já prevenindo em relação a incoerências deste tipo, que Erks, a famosa cidade intraterrena, vez por outra “se materializa na superfície do planeta”, para poder ser fotografada… Mas, certamente, só é dado a pessoas ‘especiais’ – como o próprio autor – o direito e a oportunidade de observar este interessante fenômeno de materialização… (Pp. 28 e 40)

E, na última seção de sua matéria, “Uma ameaça à credibilidade da Ufologia”, conclui Petit (grifos nossos):

Estamos diante da maior fraude já manifestada na Ufologia Brasileira. Acetar as estórias do Sr. Trigueirinho só pode ser possível mediante uma fé completamente cega, o que, em última análise, é justamente o que defendem o autor e seus colaboradores como forma de aceitação de suas “doutrinas”. Durante a realização de uma conferência doutrinária no Rio de Janeiro, proferida por um de seus principais colaboradores, um dos membros de nosso grupo questionou-o se havia possibilidade de termos algum material fotográfico original para análise. A resposta do orador foi hilária: este declarou que “não era importante provar a veracidade das fotos; o que importava era falar abertamente sobre os assuntos abordados nos livros do Sr. Trigueirinho…” (P. 40)

Este artigo pretende ser um alerta não só em relação aos alegados casos de contato do Sr. Trigueirinho, aqui discutidos, como também a outros que periodicamente surgem no seio da Ufologia Brasileira e mundial. Pessoas movidas pelos mais variados interesses passam a ludibriar multidões com promessas de um mundo novo, de salvação etc, pregando uma atitude de adoração aos extraplanetários, como faz o autor desses livros que lotam as livrarias de todo o país. Existe uma grande diferença entre espiritualidade e mistificação. Muitos de nós, da Comunidade Ufológica, achamos totalmente possível a existência de bases subterrâneas e mesmo hiperfísicas sob o controle de outras humanidades, em nosso planeta. Nossa própria humanidade parece estar prestes a sofrer profundas transformações, que podem ter como um de seus agentes o próprio fenômeno ufológico, despertando-a para realidade insuspeitas até então. Mas nada disso que dizer, entretanto, que estamos prontos para aceitar estórias lamentáveis como as apresentadas nos livros do Sr. Trigueirinho. (P. 40)

Dentro do caso Erks, por mais que tenha buscado encontrar algum elemento capaz de me levar a dar o benefício da dúvida em relação às supostas experiências de seu autor, isto não foi possível. As informações publicadas, ao contrário do que poderíamos desejar, não revelam qualquer sinal de contatos com civilizações avançadas, justamente o oposto de um de seus últimos livros… Pelo contrário, algumas vezes chegam a ser infantis. As fotos apresentadas, que poderiam pelo menos confirmar a realidade de parte da estória, por sua vez, nos causaram profunda decepção. Em algumas delas, a fraude é tão evidente que dispensa qualquer tipo de material original para ser confirmada definitivamente. (P. 40)

Tratemos agora do artigo de Claudeir Covo: Ufologia, Trigueirinho e “enganologia”. Covo foi apresentado na revista como “especialista em análises de fotos e imagens de UFOs e diretor do Centro de Estudos e Pesquisas Ufológicas (CEPU), de São Paulo”, possuindo à época (1991) “um dos maiores acervos de fotos ufológicas do país, sobre as quais desenvolve variadas técnicas de análise, inclusive computadorizada”. Em certo ponto de sua matéria, o ufólogo nos diz (grifo nosso):

(…) acredito pessoalmente, até, que possam haver cavernas ou bolsões logo abaixo da superfície da Terra, em sua crosta, onde os ufonautas que desenvolvem atividades rotineiras no planeta possam montar uma base de operações ou até mesmo se esconderem dos humanos que habitam a superfície. Mas, daí a afirmar a existência de mundos subterrâneos, organizados, com cidades e tudo, não há nenhum respaldo científico. E há ainda pseudo-pesquisadores do assunto, defensores do absurdo, que garantem que existe até um sol central no interior do planeta… Entre os diversos livros que falam sobre esse espetacular e pouco plausível assunto, há um particularmente ‘sui generis’: “Erks, o Mundo Interno“, de autoria de um Sr. Trigueirinho e editado pela Editora Pensamento. Quando esse livro foi publicado, como ocorreu com a maioria dos ufólogos sérios deste país, desconfiei “logo de cara” das suas belas fotografias. (…) Durante algum tempo procurei o Sr. Trigueirinho insistentemente, para tentar obter os negativos das fotos e fazer uma análise técnica das mesmas. Infelizmente, além de encontrar muitas barreiras em minha tentativa, sempre recebi o mesmo recado, proveniente de seguidores próximos daquele autor: “Trigueirinho não pretende provar nada”. (Pp. 29-30)

E continua (grifos nossos):

Mesmo assim, ainda restavam-me condições para analisar tais fotos a partir do próprio livro, pois eram muito evidentes. E, como investigador desse tipo de registro da existência dos UFOs, a partir de estudos conclusivos, posso afirmar que as fotos que aparecem não só no livro Erks, mas também nos demais livros editados pelo Sr. Trigueirinho depois desse, são simples, primários e elementares truques fotográficos. Na capa de um de seus livros, por exemplo, aparece a foto da Lua, feita com um tempo longo de exposição; ao seu lado, há um belo reflexo de sua luz, provocado pelas lentes da máquina fotográfica. Oras, para explicá-la, o autor tem a coragem de afirmar que esse reflexo é uma nave espacial! (…) (P. 30)

Nos vários livros de Trigueirinho, absolutamente todas as fotos que mostram luzes ao longe foram obtidas através de processos elementares de trucagem, oras com tempo de exposição longo, oras com movimento proposital da câmera fotográfica, oras as duas coisas juntas. Essas luzes, muitas vezes, não passam de simples luminárias de ruas ou de simples fontes de luz conhecidas, ou seja: ridículas fraudes fotográficas. (…) (P. 30)

Covo termina seu artigo deixando uma importante questão:

(…) Por isso, escrever meias mentiras no meio de meias verdades sempre enganou muita gente, que, com o devido tempo, acordou um dia para perceber conscientemente a fria em que entrou. Só fica uma dúvida em toda essa conversa do Sr. Trigueirinho: quais são seus reais objetivos e o que há por trás de tudo isso? O tempo dirá… (P. 41)

Por hoje chega. Nós também deixamos o leitor com a pergunta acima.

Quem quiser baixar o número completo da Revista UFO referido neste post, clique aqui.

(Nota: Este post passou a ter seu atual título em 31/05/2011)

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3 Respostas to “Fraudes fotográficas de Trigueirinho denunciadas por renomados ufólogos”

  1. Louva Deus Says:

    “Trigueirinho – a maior fraude da Ufologia Brasileira, de Marco Antonio Petit, e Ufologia, Trigueirinho e “enganologia””. Adoro essa frase pq acredito muito no Trigueirinho e detesto nem acredito em Ufologia, logo, se a ufologia desacredita Trigueirinho, isso muito me agrada, significa que estou no caminho certo 🙂

    • Admin Says:

      Muito estranha essa sua lógica… Se você detesta algo que desacredita outro algo, isto de maneira alguma é indicativo de que você está no caminho certo e de que este outro algo seja verdadeiro, oras!

  2. Um pleidiano Says:

    Trigueirinho e Urandir Fernandes de Oliveira. Dois marionetes à serviço dos reptilianos e greys. Qualquer semelhança entre os dois não será mera coincidência, mas sim mera causalidade da agenda reptiliana brasileira.
    Caro Admin, você poderia criar um blog para estimular as pessoas a relatarem seus podres sobre o Projeto Portal, também. Lá, neste projeto, há muita coisa errada que se assemelha aos que li sobre Figueira.
    Na verdade Trigueirinho e Urandir seguem a mesma cartilha dada por seus mentores, os reptilianos magos negros.

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