Primeiros contatos com a obra de Trigueirinho

Neste post iremos falar um pouco sobre o início de nossos estudos das obras de Trigueirinho.

A primeira vez que ouvimos falar do referido foi em meados de 2004, e o contato inicial que tivemos com escritos de sua lavra ocorreu em novembro deste mesmo ano, quando adquirimos o boletim Sinais de Figueira do quadrimestre Set-Dez/2004. Este periódico é editado pela Irdin Editora Ltda, de Carmo da Cachoeira – MG, que é subordinada aos mandos e desmandos de Trigueirinho. A primeira impressão foi boa. O boletim era bem escrito, bem diagramado, e as “Perguntas a Trigueirinho” foram respondidas por ele de forma singela. Agora, os textos “Hidratar o solo”, de Clemente (Dr. José Maria Campos), e “O sacrifício do reino vegetal”, de Trigueirinho, têm problemas vários. Do primeiro, aproveita-se apenas as descrições do trevo (Oxalis sp), da leiteira (Euphorbia heterophilla) e do picão (Bidens pilosa) e da elaboração de seus extratos com vistas à hidratação do solo. Tudo o mais carece de fundamento. O autor adora utilizar-se de termos científicos para tentar dar credibilidade às suas “teorias”, mas utiliza-os de tal forma equivocadamente, que não merece qualquer crédito. Já o texto de Trigueirinho, adaptado de seu livro Encontro Interno, é um nonsense completo. Dificilmente aproveita-se alguma coisa ali que não seja a bela ilustração de uma árvore que adorna o escrito… Em outra oportunidade, deteremo-nos especificamente nos problemas que ambos os textos apresentam.

Em junho de 2005, tivemos nova oportunidade de adquirir o Sinais de Figueira. Dessa vez foi o de n. 8 (Mai-Ago/2005). Neste número, além das “Perguntas a Trigueirinho” e de outros textos menores, foram apresentados resumos de quatro estudos realizados em Figueira. O texto de Artur peca pelo uso equivocado de certas terminologias, e Clemente (Dr. José Maria Campos) nos brinda uma vez mais com uma versão à seu modo de certos estudos científicos, demonstrando que não entende muito do que lê sobre ciência. Também em outra oportunidade, quando formos iniciar nossa análise das várias saídas do Sinais de Figueira, explicitaremos as falhas de ambos os textos.

Depois, ainda em junho de 2005, foi a vez de participarmos de uma “audição pública de palestras de Trigueirinho”. Tais “audições públicas” eram realizadas em vários locais de S. Paulo. Agora, parece-me, vêm ocorrendo de forma mais restrita. Gostei do que ouvi, principalmente da música que colocaram antes do início da reprodução da palestra em áudio…

Que Trigueirinho não era confiável (continua não sendo confiável!) só pude mesmo constatar depois da leitura de seu livro ERKS – Mundo Interno, adquirido em um sebo em outubro de 2005. É muita invencionice, incoerência e falsidade em um livro só! Mas coisas piores ainda estariam por vir. Depois te conto…

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4 Respostas to “Primeiros contatos com a obra de Trigueirinho”

  1. Ramos Says:

    So’ tres postagens?

    • Admin Says:

      Pois e’, acabei não dando a continuidade desejada neste blog, apesar da razoa’vel quantidade de material coletado sobre o assunto, inclusive ‘in loco’. Agora, com minha mudanc’a de cidade e estado, as coisas complicaram-se ainda mais… Entretanto, meu objetivo continua de pe’. Muitas são as pessoas que tiveram e estão tendo suas vidas deterioradas pela fe’ cega em Trigueirinho, e o que eu puder fazer para mudar este estado de coisas, farei. Abrac’o!

  2. Janaína Says:

    Olá Admin,

    Tenho uma amiga Carol Okamoto que está a três anos na Figueira, isolada dos amigos e familiares,sem dar noticias, nada.
    Gostaria de saber se tem como eu ir visita-la, como eu chego lá…
    Gostaria de saber se ela tem liberdade de sair, etc.
    Vc chegou conhece-la?
    Por favor me mande informações.
    Estou determinada a ir busca-la se for caso. Mas preciso ter mais informações.
    Desde já agradeço.
    Janaína

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